Nilto Maciel e Literatura – niltomaciel@uol.com.br
   
 
 

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Profecia

Inocêncio de Melo Filho

 

A profecia se cumpriu

Ganho meu sustento com o suor do rosto

Perdi o paraíso

Mas sei quem sou

E como estou...

/////



Escrito por Nilto Maciel às 18h26
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Os olhos de Anita

Ronaldo Monte

Eu gostaria de viver no mundo refletido nos teus olhos. Mundo de manhãs serenas, tardes apenas mornas e noites de ilha sem farol.


Eu gostaria de dormir nas redes avarandadas dos teus olhos. Para ter pequenos sonhos, realizar ínfimos desejos e acordar ávido de novas imagens.

Teus olhos já choraram lágrimas prematuras que o amor e o cuidado estancaram. Sentiste cedo que o mundo dói, pois o mundo, então, era teu corpo. Agora já sabes toscamente que existe um mundo fora de ti. E sorves este mundo com teus olhos, filtrando já o que é bom e o que é mau. Tua mãe é boa. A ausência de tua mãe é má. O peito que dá o leite é bom, é mau o peito que não chega na hora em que dele necessitas. O aconchego morno é bom, muito calor ou frio não presta. É isto e mais teus olhos que constroem um mundo dentro de ti.

 

Eu queria teus olhos emprestados para fazer um mundo novo para mim. Um mundo diferente deste que meus olhos me mostram. Eu queria teus olhos para ver novas manhãs, inaugurar um céu e um mar estalando novidades em minhas retinas. Para ver o sol arrastar as sombras das coisas tarde a fora até que viesse a noite e com ela o meu descanso sossegado.

 

Eu queria morar nos teus olhos para olhar nos olhos dos outros e decidir na hora para quem estender os braços. Eu queria fitar-me com teus olhos para me ver um pessoa melhor, mais solidária, mais confiante naqueles que repartem comigo esta visão de terra devastada que eu não queria que teus olhos vissem.

/////



Escrito por Nilto Maciel às 17h44
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Revista Verbo21

 
  • Entrevista com a autora da biografia de Cora Coralina: Vicência Bretas Tahan
  • baixe o novo CD da banda BUGS totalmente free
  • resenha de Um, de geraldo lima, por ronaldo costa fernandes
  • as memórias de nelson rodrigues por chico lopes
  • caminhos para a pesquisa agentiva e crítica por alexandre fernandes
  • 2012 é o fim do mundo mesmo! por ademir luiz
  •  
  • conto de denny yang
  • conto de marcus vinicius rodrigues
  •  

    + COLUNAS SOBRE MEIO-AMBIENTE, FICÇÃO, POLÍTICA, CINEMA, COMPORTAMENTO...
     /////


    Escrito por Nilto Maciel às 13h37
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    JORNAL VOLANTE NÚMERO 6

    O editor de Volante (Veículo original lítero alternativo nascido totalmente emancipado) é o Poeta de Meia-Tigela. Neste número (novembro-dezembro de 2009) lê-se/vê-se um quadrinho "Divagando com I. B. Singer", um "quiztionário" com Diogo Fontenelle, poema ("O monstrengo que sou") do Poeta de Meia-Tigela, conto ("Amanda") de Guether Gadelha Wirtzbiki, poema ("Metade") de Caroline Mendes, historinhas ("Sabotagem - hestórias e considerações") de Luciano Bonfim, conto ("Alegoria da praia") de Márcio Araújo, "Palindromania" de Frederico Régis, poema ("A mata da brasa") de Mardônio França, "Pequena consideração sobre seus olhos" de Ângela Calou, homenagem de Carlos Roberto Vazconcelos a Raimundo Ramos Filho, e outras preciosidades, de Plínio a Sábato. No blog do Poeta há muito mais, é claro: http://opoetademeiatigela.blogspot.com

    /////



    Escrito por Nilto Maciel às 15h49
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    RESTRIÇÕES

    Pedro Du Bois

     

    Restrito: peça invadida

    em móveis: cadeiras

                       dispostas

                       em volta

                       da mesa

                       posta: a disposição

    da fome, o engulho

    da comida requentada

    no esbulho; cortinas

    encerradas na artificialidade

    das luzes decompõem

    a imagem; o armário

    alto de copos e pratos;

     

                  o vidro quebrado no canto

                  inferior direito: a restrição.

     

    (Pedro Du Bois, inédito)

    /////



    Escrito por Nilto Maciel às 15h23
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    Livros de Catagauses

    Num só pacote, um pacotão, recebi há poucos dias seis belos livros. Todos de Cataguases, Minas Gerais. Editados pelo Instituto Francisco de Souza Paixão e pelo Instituto Cidade de Cataguases, com apoio do Ministério da Cultura. Como tudo está mudando, para melhor, neste país. Os livros são:

    - Sul, romance de Guilhermino Cesar. A primeira edição é de 1939. O romancista nasceu em Eugenópolis, MG, em 1908 e participou da criação da famosa Revista Verde (1927/1929).

    - O Movimento Modernista Verde, de Cataguases - MG: 1927-1929, de Rivânia Maria Trotta Sant'Ana. "Reunião de textos literários, teóricos e críticos produzidos no final da década de 20 do século passado, por um grupo de escritores que, no ano de 1927, em Cataguases, MG, criou um movimento denominado Verde, uma revista literária e uma editora".

    - Uma vanguarda à moda de Cataguases, de Ana Lúcia Guimarães Richa. Estudo fundamental para a compreensão do Movimento Verde.

    - Francisco Inácio Peixoto em prosa e verso, apresentação, organização e notas de Luiz Ruffato. A obra completa (contos líricos e densos, poesia circunstancial e erótica, observações de  viagem à Cortina de Ferro) de um dos fundadores do Movimento Verde.

    - Aspectos surrealistas em O Agressor, de Rosário Fusco, de Anice Mamede. Estudo da obra de Fusco, lançada em 1943 e tida como uma das primeiras manifestações do surrealismo no Brasil.

    - Incursões na Biblioteca de Francisco Inácio Peixoto, de Alcione Lidia Abreu Olivieri. Estudo das dedicatórias de grandes escritores a Inácio Peixoto.

    Livros assim são uma riqueza.

    /////



    Escrito por Nilto Maciel às 15h00
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    Amor

    Pedro Du Bois

     

    Ao amor, como ao pássaro, ao caminhar

    junto às águas, ao prender os cabelos

    da mulher com gestos de amizade,

    cabe sensações de arrebatamento

     

    estar em algum lugar e encontrar

    o sentido de estar presente: não a necessidade

    que se utiliza de artimanhas

    para nos manter vivos, não a lealdade

    que nos conduz à unicidade dos caminhos

     

    não a felicidade que é predisposta

    ao encurvamento: o arrebatamento

    de não haver sentido quando a vida

    se resume em estarmos juntos.

    /////



    Escrito por Nilto Maciel às 21h11
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    Livros recebidos

    Como já disse, recebo livros diariamente. São enviados por algumas editoras que me veem como divulgador (já o fui) e por escritores (amigos, conhecidos ou não) que querem opinião (elogio) e acreditam na força dela. Na verdade, pouco leio. Ora por falta de tempo, ora por fastio de ler. Meu tempo eu o gasto a ler e responder mensagens, a buscar novidades literárias (não sei para que), a rabiscar uns contos que nunca serão lidos, a me iludir com isso e aquilo. Além da falta de tempo, a preguiça de ler mediocridades. Cada poema ou conto que tento ler me causa um mal-estar sem tamanho. Dá-me vontade de me suicidar. Sinto-me humilhado, pisoteado, esbofeteado. Como se eu fosse o fundo da latrina. Nessas ocasiões, sou socorrido por Francisco Carvalho ou Moreira Campos. Leio um poema ou um conto deles e volto a ser gente.

    Ontem recebi mais dois livrinhos: Trovas para refletir, de Maria Thereza Cavalheiro, e Incerto caminhar, de David de Medeiros Leite. Quem são eles? Maria nasceu em 1929, em São Paulo, e publicou alguns livros de trovas e outros tipos de poema. David é de 1966, nascido em Mossoró, RN. Escreve assim: "Gotas translúcidas/ que encantam e correm,/ mensageiras de dor e de alegria.../Cultivam vida, saudades e amores." O livro foi premiado em Espanha. A poetisa elabora versos desse tipo: "A vida inteira é disputa;/ enfrenta o temor e vence-o./ Mas lembra: só ganha a luta / quem sabe guardar silêncio."

    Não pensem que estou ou sou amargo. Talvez esteja perdendo a visão. Ou a vontade de ver beleza até em reflexões antigas. Se me fizessem o favor de me deixar em paz...

    /////

     



    Escrito por Nilto Maciel às 16h12
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    EMBARCADO EM SECO

    FERNANDO MENDES VIANNA 

     

    Embarcado,

    emborcado

    - embarcadiço

    sediço no beco -,

    no muro viço,

    entre muros viço.

     

    Quando seco,

    o sol ameaça

    abrir-me em túnel

    sem saída.

    Mas a vida

    - ave de aço –

    vara o funil.

     

    E continuo

    contínuo barco

    no verso onde zarpo

    e fico ao largo

    - embora seco.

    /////



    Escrito por Nilto Maciel às 17h25
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    Lápis nas veias

    Clauder Arcanjo, cearense de Santana do Acaraú, estreou em 2007, com o volume de contos Licânia. Incansável na elaboração de poemas, contos, crônicas, resenhas, reaparece no mundo dos livros com outras pequenas narrativas: Lápis nas veias (Mossoró, RN: Sarau das Letras, 2009). As abas são do escritor portiguar Tarcísio Gurgel. Prefácio de Paulo de Tarso Pardal, outro filho de Santana, outro ilustre inventor de microhistórias: "Os contos não apenas contam pequenas histórias, mas penetram os mistérios e as angústias do ser humano, e o que se vê é este mundo cru e sem retorno, daí a desesperança dos narradores". Observa mais o professor e crítico Pardal: "A partir da metade do livro, os textos mais metafóricos ganham dimensão,seamiúdam em abstrações e silêncios dos mais diversos; a mente e os desejos do ser humano ganham relevo. São textos que falam da alma, das tristezas e das vontades." O livro traz também fotos de Pacífico Medeiros. Contatos com aclauder@uol.com.br

    ///// 



    Escrito por Nilto Maciel às 18h46
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    Oportuno

     

    Inocêncio de Melo Filho

    Para Luzivania Costa

     

    Quando me sorris largamente

    Tudo parece possível

    O ar murmura bons presságios

    Poupando-se às más conspirações

    Sinto-me melhor

    Na paz do seu sorriso

    Que me vem em horas oportunas.

     /////



    Escrito por Nilto Maciel às 18h34
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    Pavilhão literário

    Sempre com o intuito de aproximar mais os expoentes e as respectivas obras dos literatos brasileiros, criei uma Revista Virtual, que será editada mensalmente, permitindo que possam fazer o download dela para poderem ler seus artigos, suprindo as necessidades de muitos que não podem estar constantemente logados na internet, sejam por suas atividades, sejam por possuírem acessos que criam uma despesa financeira maior. A mesma poderá ser encontrada, a partir de amanhã, domingo, em caso de extravio, em meu site http://sites.google.com/site/pavilhaoliterario/, ao final da página.

     

    A revista segue a linha do meu blog http://singrandohorizontes.blogspot.com.

     

    Neste primeiro número contém 70 páginas:

     

    No início um sumário de seu conteúdo com as respectivas páginas.

     

    Biografias de diversos escritores como Anthony Leahy, Átila José Borges, Celito Medeiros, Chloris Casagrande Justen, Emílio de Meneses , Franklin Ras Lopes, Galdino Andrade, Laé de Souza, Paulo Leminski, Túlio Vargas, Vânia Maria de Souza Ennes, entre outros com algo de seus escritos (poesias, haicais, trovas, cronicas, artigos, etc).

    Concursos Literários com inscrições abertas.

    Entrevista

    Estante de Livros (livros que recomendo)

    Aventuras de Pedro Malasartes

    Instituições em geral (Academias, Associações, etc.) Neste primeiro número o Instituto Memória, de Curitiba

    Dicas de nosso português.

    Notícias em geral.

    Indicações de sites de literatura.

     

    Quaisquer dúvidas, colaborações e sugestões, por favor, escrevam para mim.

     

    Caso não queira receber esta revista, solicite o cancelamento no email pavilhaoliterario@gmail.com

     

    Obrigado e boa leitura,

     

    José Feldman

    Academia de Letras do Brasil/PR – Presidente

    Poetas del Mundo – Cônsul

    ///// 



    Escrito por Nilto Maciel às 17h53
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    Explorações da memória

    Clauder Arcanjo

     

    Nas veredas desta ausência,

    és o rio da saudade,

    mas teu caudal canta em mim.

    (Linhares Filho, em Poema do Rio)

     

    As lavras da infância

    incendeiam o meu presente.

    As garras dos espectros

    se rebelam nos meus sonhos.

    Na areia do rio da aldeia, ficaram:

    ossadas, jazigos de sonhos, jornadas,

    e um jeito puro de coar os dias.

    Licânia ressurge nas letras tortas,

    postas, pensamentos redivivos.

    A força da palavra inaudita,

    indescrita, sofrida... que pulsa, pulsa...

    E eu a gritar um vazio

    sobre a folha expectante e silenciosa.

    Nas ribanceiras do silêncio,

    a modorra das minhas faltas,

    o blasfemo dos diabos de outrora,

    risíveis à luz do pragmático hoje.

    Nas portadas do tempo,

    explorações da memória,

    uma palavra ficou sobre mim.

    Dura, pura, mas quieta, presa e calada.

    E eu a carregar todo este monumento

    de ecos. Vozes que quase me embalam.

    Macaé-RJ, 23/03/2007

    /////



    Escrito por Nilto Maciel às 18h56
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    Sonetos

    SONETOS DE PIERRETE A COLOMBINA & ARLEQUINAL (fragmentos)
    por Lady Craknel

    I.

    Amada, por amar-te mais que a mim
    é que me faço, uma vez mais, menina;
    nos braços teus me enlaço, pequenina,
    e acolho-me em teu seio; e sinto assim

    que rompes meus refreios, e o meu fim
    se perde em teus abismos; bailarina
    que salta no meu corpo: Colombina,
    em mim teu palco – vem! Que seja, enfim,

    meu dorso teu repasto e eu, amazona,
    cavalgue nos teus pêlos, toda nua,
    teu corpo com meu corpo entrelaçado;

    e se abra no meu peito, ingente, à tona,
    o amor que medra enquanto continua
    o nosso galopar desabalado.

    III.

    Fui eu quem te envolveu na serpentina
    no meio do salão, de madrugada.
    Fui eu. Que estava louca, enamorada
    por ti – por teu olhar de messalina,

    por tua voz suave e sibilina,
    por teu andar de santa devassada...
    e eu vi quando chegaste. E fui – fadada
    a dar meu corpo a ti. Ah, Colombina,

    tudo o que eu não sabia – tu ensinaste:
    guiaste-me na estreita disciplina
    que faz da amiga a mais ardente amada;

    por este não-sei-quê que despertaste,
    fizeste, ao fim, de mim, que era menina,
    devassa amante. A puta. A mais safada.
    /////



    Escrito por Nilto Maciel às 15h03
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    Estímulo à criação literária

    Prêmio Governo Minas Gerais de Literatura recebe inscrições a partir do dia nove. Serão distribuídos R$ 212 mil para quatro categorias

    Pelo terceiro ano consecutivo, o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, lança o edital do Prêmio Governo Minas Gerais de Literatura. Ao todo, serão distribuídos R$ 212 mil (duzentos e doze mil reais) para as categorias Conjunto da Obra, em que um escritor brasileiro será homenageado; Poesia; Ficção (conto) e Jovem Escritor Mineiro.

    “Esta premiação já se consolidou como um forte estímulo à literatura mineira e nacional, ao valorizar as obras de nomes já reconhecidos da nossa literatura, incentivar a produção de novos trabalhos e, assim, manter viva nossa vocação liter
    ria. É um Prêmio singular por reconhecer o fruto de uma vida inteira de trabalho, por meio da categoria Conjunto da Obra, e por acreditar nos talentos aspirantes, através do investimento ao Jovem Escritor Mineiro”, diz o secretário de Estado de Cultura de Minas Gerais, Paulo Brant. Serão concedidos R$ 120 mil para o escritor escolhido como homenageado na categoria Conjunto da Obra; R$ 25 mil para Poesia e R$ 25 mil para Ficção e, finalmente, R$ 42 mil para o Jovem Escritor Mineiro, divididos em seis parcelas de R$ 7 mil mensais. Destes valores, serão descontados os impostos previstos em lei.

    O reconhecimento da iniciativa é evidenciado pelo número de inscrições de todo o país, recebidas nas edições anteriores, mais de 2.200, vindas principalmente de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Bahia e Distrito Federal. Na categoria Conjunto da Obra já foram homenageados os escritores Antonio Candido de Mello e Souza, na edição de lançam ento, Sérgio Sant`Anna e Luis Fernando Veríssimo, na primeira e segunda edições, respectivamente.

    Inscrições

    As inscrições podem ser feitas de nove de dezembro de 2009 a 30 de janeiro de 2010. Para participar, o interessado deverá protocolar sua obra, de acordo com as disposições do Edital, no Suplemento Literário de Minas Gerais ou envia-la pelo correio (avenida João Pinheiro, número 342, bairro Centro, Belo Horizonte/MG – CEP 30130-180).

    /////



    Escrito por Nilto Maciel às 14h41
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