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A Ilha
Visite o Portal PROSA, POESIA & CIA. do Grupo Literário A ILHA, em Http://www.prosapoesiaecia.xpg.com.br Lá está a revista Suplemento Literário A ILHA, edição 110 de Setembro/2009, com muita prosa e poesia e muita informação literária e cultural, a revista eletrônica Literarte de Setembro com poemas e crônicas em homenagem ao Dia da Independência. Além de dezenas de seções como Grandes Mestres da Poesia, Autores de SC, Literatura Infantil, antologias como Todos os Poetas, O Tema do Poema, Feira de Contos, Crônica da Semana, etc. Veja o número 4 da revista Mirandum, da Confraria de Quintana, em pdf. /////
Escrito por Nilto Maciel às 17h44
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Contos de Durval Aires Filho
Presenteou-me Raymundo Netto um exemplar de O homem do globo e outros contos (Florianópolis: Fundação Boiteux, 2008), de Durval Aires Filho. Na primeira aba, o jornalista Tarcísio Holanda esclarece: (...) "o autor recolheu os episódios que enriquecem este livro em suas compulsórias andanças por diferentes regiões do interior cearense, revelando grande argúcia e rara capacidade de observação, ao traçar personagens e situações em tramas que mostram a grandeza e a miséria do ser humano". Na segunda, o romancista Moacir C. Lopes, outro cearense de talento, orienta o leitor: "Possui estilo próprio, sabe conduzir a narrativa, pinta bem os personagens, e sabe incluir as digressões que reforçam a história, ou seja, sabe muito bem quando o narrador interfere no movimento dos personagens para melhor explicar seu comportamento, suas reações." /////
Escrito por Nilto Maciel às 15h23
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A eloquência do ódio
De Manuel Soares Bulcão Neto ganhei exemplar de seu mais novo livro: A eloquência do ódio: reflexões sobre o racismo e outras alofobias (São Paulo, Livro Pronto, 2009). O escritor "tem se dedicado a estudos críticos sobre questões filosóficas fundamentais do mundo contemporâneo, sobretudo no que tange às implicações sociopolíticas dos avanços atuais da ciência". Antes deste, publicou As esquisitices do óbvio (2005) e Sombras do iluminismo (2006). Li o compêndio em horas de ócio, antes do almoço (como acepipe), antes do jantar (para me preparar para a noite), antes de dormir (como calmante). Tudo há muito conhecido, sim: desde a Bíblia, passando pela Inquisição, pelo stalinismo e pelo nazismo. Mas tudo muito atual e, ainda, aterrorizante. Pois "este ensaio é sobre o ódio ao diferente, ao Outro, cujo reverso é a paixão narcísica pelo mesmo e pela indiferenciação monolítica. Esses sentimentos são corriqueiros, porém, no contexto dos dois principais sistemas totalitários do século XX (o nazifascismo e o coletivismo stalinista) exacerbaram-se tanto que produziram delírios e alucinações. Por considerar o Holocausto a manifestação mais irracional desse ódio, escolho, como fio condutor do trabalho, o racismo, que está na sua origem". /////
Escrito por Nilto Maciel às 14h17
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Jorge Pieiro e suas entropias
Jorge Pieiro, um dos mais destacados nomes da literatura publicada no Ceará, tem aparecido com frequência no palco das letras. Sua mais recente obra intitula-se A grande casca do S (Fortaleza: Letra & Música/ Edição do Caos/ Imprece Editorial, 2008). Subdivide-se em "entropia com estatuetas", "lugaresmos" e "episódios delirantes". São contemas (e não contos) de variados tamanhos, feitios, formas. Uns bem curtinhos, como o primeiro, "Picadeiro": "Não consigo me desviar dessas adagas, enquanto preso, penso. Sou culpado. Não li nada sobre este grande circo azul". Sintético ao extremo. Kafkiano também. E muito mais, que Jorge é sabido como o diabo. E criativo como deus. Jorge é mestre em Letras e professor de Literatura. Iniciou-se em 1987, com Ofícios de desdita, uma novela inebriante. É doido pelos outros: jorgepieiro@secrel.com.br /////
Escrito por Nilto Maciel às 16h12
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